Itanhaém – Linha de ônibus altera itinerário para fugir de assaltos

Aviso colocado em coletivos informa mudança desde a última sexta-feira.
PM diz que atua no bairro Nossa Senhora do Sion e desconhece roubos.

 

A linha de ônibus municipal de Itanhaém, no litoral de São Paulo, que circula pelo bairro Nossa Senhora do Sion, precisou alterar o itinerário para tentar fugir dos assaltos. A mudança começou na última sexta-feira (2). Segundo passageiros e moradores do bairro, o problema de falta de segurança é recorrente na

Um cartaz anunciando a alteração foi fixado nos ônibus da viação Litoral Sul Transportes, permissionária do serviço na cidade. “Devido aos constantes assaltos e para segurança dos nossos usuários e colaboradores, as linhas da região da Cabuçu ficam temporariamente com seu itinerário alterado a partir das 20h”, avisa o comunicado.

Desde sexta-feira, o novo trajeto do ônibus circula na avenida Coronel Joaquim Branco até a avenida Cotinha Magalhães, retornando até a Marginal pela rua José Santinho de Souza. Em seguida, o coletivo acessa a Marginal até a imobiliária 4ª Agência e não percorre a avenida Cotinha Magalhães.

Uma passageira que preferiu não se identificar, afirmou que, mesmo após a mudança de rota, houve um assalto ao coletivo na noite do último domingo (4). “A medida não resolveu o problema, os assaltos continuam. Dessa vez, aconteceu dois pontos antes da entrada da Cotinha Magalhães. Eu voltava do trabalho quando dois homens entraram no ônibus e roubaram o dinheiro do motorista e o celular de uma passageira que estava na frente”, conta.

Vias escuras preocupam moradores de Itanhaém (Foto: G1)Ainda de acordo com a passageira que mora no bairro, esta é a segunda mudança de itinerário da linha que serve o bairro. A primeira foi feita há alguns meses, depois que a prefeitura iniciou obras na avenida Cabuçu, paralela à Cotinha Magalhães. “Quem mora ao longo dessas ruas precisa ir andando até suas casas, também correndo risco de serem assaltadas”, reforça.

A prefeitura de Itanhaém informou que as obras na via devem durar cerca de oito meses e que a questão da segurança no bairro está em pauta entre representantes da administração e da Polícia Militar.
PM desconhece roubos

Também por meio de nota, a PM informou que a região da avenida Cabuçu é alvo de constantes operações, inclusive, com o apoio de outros órgãos públicos e que a área está incluída no planejamento diário de policiamento ostensivo. No entanto, a Polícia Militar acrescenta que não há registros de roubos a coletivos naquela localidade.

Fonte: G1

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