Praia Grande – Após investigação Dise prende zelador e 500 munições na Aviação

Policiais civis fizeram interceptações telefônicos e descobriram venda de fuzil


Após um trabalho de apuração que já durava mais de 15 dias, a equipe da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise) de Santos chegou a uma quadrilha que comercializava armas e munições na região.

Dois homens foram presos em flagrante com quase 500 munições de uso restrito. Um terceiro integrante, que guardava explosivos e dinheiro marcado como os que são roubados de caixas eletrônicos, está sendo procurado.

Durante o monitoramento feito por escutas telefônicas, os policiais descobriram a negociação da comercialização de um fuzil, que seria concretizada na madrugada desta segunda-feira (21). No acordo, um homem identificado como Gigante poderia pagar a arma com munições e drogas.

Pelas conversas interceptadas, na semana passada, Lucas Santos Soares, 24 anos, conhecido como Bode, buscou as munições e R$ 2.500,00 com Gigante. Parte deste dinheiro foi depositada na conta de Junior Aparecido Oliveira Silva, 28 anos, chamado pelos comparsas de Patrão.

Na madrugada desta segunda, Patrão iria à casa de Bode para buscar a munição. Este acusado mora e é zelador em um prédio no Bairro Aviação, em Praia Grande, que era vigiado pelos investigadores.

No momento em que Patrão saiu do edifício, foi abordado pelos policiais, que acharam 250 cartuchos de munição calibre .40 e 244 de calibre 9 milímetros no porta-malas do carro que ele conduzia. O motorista assumiu a posse do material e afirmou que tinha acabado de pegá-la na casa de Bode, intermediário da venda.

Em vistoria no apartamento de Bode, os policias encontraram o comprovante de depósito para Patrão. Os dois receberam voz de prisão e foram recolhidos à cadeia pública de Praia Grande.

O trabalho de investigação levou também a um terceiro indiciado: Gutemberg Lopes de Souza, de 26 anos.

Em sua casa, no Bairro Quietude, também em Praia Grande, a Dise localizou oito bananas de dinamite e R$ 3.740,00 em notas manchadas de tinta rosa, como as que são tingidas pelo sistema de segurança de caixas eletrônicos, quando estes são explodidos. O atual paradeiro de Gutemberg é ignorado, mas as investigações prosseguem para localizá-lo.

Fonte: A tribuna

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